quarta-feira, 29 de setembro de 2010

A DEPENDÊNCIA EM NICOTINA - FENÔMENO NEONATAL OU ATÉ ANTERIOR


A dependência em nicotina é um dos problemas de saúde pública mais graves da atualidade. A dependência no alcaloide começou no mundo dito civilizado a partir da observação de práticas indígenas durante as ditas descobertas das terras das Américas no século XV.

Entretanto, os efeitos mais trágicos do tabagismo começaram a impactar mais intensamente a humanidade a partir do final do século XIX, quando, após o processo de industrialização, surgiram os cigarros produzidos por máquinas. A partir daí, os estudos mostram um aumento significativo do consumo, com a subsequente avalanche de doenças relacionadas à prática de fumar.

Dada à iniciação ocorrer em sua esmagadora maioria antes dos 18 anos, assumiu-se considerar o tabagismo uma 'doença pediátrica'.

Uma das estratégias para o controle do tabagismo, claramente de vanguarda, é valorizar o abandono do fumo dos pais ainda no momento de planejamento da gravidez.
A introdução de nicotina no feto, através do cordão umbilical durante os 9 meses de gestação, é uma forma silenciosa de geração de novos dependentes da droga. As substâncias tóxicas podem lá chegar oriundas tanto da fumaça produzida pela mãe, quanto pela fumaça produzida por outros mas tendo a mãe como fumante involuntária (passiva).

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Criança fumante na Indonésia - risco quando os pais fumam

ADOLESCENTES TÊM VISÃO CRÍTICA SOBRE O TABAGISMO

Os adolescentes inteligentes podem ter uma visão crítica sobre o tabagismo. Os Vagazoides são exemplares deste novo momento, que associa liberdade democrática, possibilidade de transmissão de pensamento por redes sociais e interesse em reverter quadros de equívocos da humanidade consagrados (no caso o tabagismo, um erro de avaliação de riscos de proporções gigantescas).

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O fumo na visão de adolescentes