sexta-feira, 23 de abril de 2010

JOE ESZTERHAS - UM MILITANTE A FAVOR DO FUMO QUE MUDOU DE LADO

Joe Eszterhas

Joe Eszterhas é escritor e roteirista hollywoodiano, autor de diversos bestsellers que acabaram por alcançar as telas de cinema. Por outro lado, exercia também um papel ativo na glamourização do tabagismo em seus filmes. Curiosamente, fazia-o intencionalmente, como um ativista a favor do direito das pessoas de fumar.


A película em que isto ficou mais evidente e teve mais repercussão foi Basic Instinct (Instinto Selvagem). Nesta, a personagem da atriz Sharon Stone seduz a de Michael Douglas, inclusive, para que este volte a fumar. Uma das cenas do filme, de tão erótica, ficou gravada na memória dos cinéfilos, tendo sido escolhida a 'cena de pernas mais sensual da história do cinema', numa eleição realizada em Londres (14 anos após o lançamento de Basic). A psicóloga Catherine Trammel (Stone), é interrogada num ambiente policial; fuma, desrespeitando as autoridades lá constituídas; cruza as pernas ao acender o cigarro, e exibe a comentada genitália desnuda.

Após anos dedicados a esta militância pró fumo, Joe Eszterhas descobriu-se com câncer de garganta, uma das neoplasias mais relacionadas ao tabagismo, até porque a região faz parte permanente do trajeto da fumaça tóxica rumo ao cérebro, onde a nicotina precisa chegar para aplacar as síndromes de abstinência.

A visão de Eszterhas sobre o tabagismo e todo o sistema corrupto que o envolve mudou radicalmente após as diversas cirurgias e tratamentos outros a que teve de submeter-se. Fez, então, um pacto com Deus, disse ele, de forma a influenciar Hollywood e seus colegas de ramo a não mais glamourizar o tabaco, se escapasse vivo daquela situação incômoda. Escreveu, inclusive, uma nota no New York Times a este respeito, culpando-se pelo que teria feito a inúmeras pessoas. Milhões, na verdade. O título foi 'A responsabilidade de Hollywood pelas mortes por fumo'.

Os países em desenvolvimento, sobretudo estes, tem dificuldade extrema para obter e aplicar recursos financeiros em campanhas de conscientização para o antitabagismo. Hollywood disseminar imagens favoráveis ao uso do tabaco chega a ser covardia.

Em depoimento à Nadia Collot, no depoimento para o seu extraordinário documentário franco-belga, 'Tabac, La Conspiration', temos a oportunidade de ouvir Eszterhas expressar-se com todas as letras e sentimentos:
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Joe Eszterhas - nasce um ativista

A ANIMAÇÃO E O HUMOR COMO FORMA DE CONSCIENTIZAÇÃO ANTIFUMO

Da série mexicana HuevoCartoon, episódio em que o ovo falante estimula as pessoas a fumar é absolutamente fantástico.

Em apenas 2m37s, os seus autores conseguiram elencar uma imensa lista de fatores ligados ao tabagismo, tais como: a adesão à nicotina ainda na infância; a falta de ar e a tosse, sintomas da DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica_4a. causa de mortes no planeta e 5a. no Brasil); a gengivite, as cáries e a perda de dentes; a calvície; a má irrigação da pele, que altera o colágeno e leva às rugas e a alteração de sua coloração; a redução do apetite; o cheiro ruim; a redução da potência sexual; a pobreza dos mais vulneráveis agravada pelos gastos com o fumo e pelas aposentadoria e viuvez precoces; o câncer de garganta e o uso de próteses para a fala pela traqueostomia; a negação sobre a própria dependência da droga e de que haja riscos para si em fumar; e, enfim, a morte antecipada.

A arte da animação e o humor podem ser peças importantes no jogo de xadrez que é a luta pela melhoria da qualidade de vida da população do planeta. Ao grupo do HuevoCartoon, as nossas felicitações.

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O Ovo Fumante - 'fumar, no pasa nada de nada'

quarta-feira, 21 de abril de 2010

AUSTRALIANO USA DE CRIATIVIDADE PARA SUPERAR PERÍODO DE QUARENTENA POR TUBERCULOSE MULTIRESISTENTE


Rapper Van Vuuren, internado em isolamento respiratório em Hospital de Sidney, Austrália, por portar a bactéria multiresistente à antibióticos, aproveita o tempo para criar e divulgar hits sobre esta sua experiência. Eles estão bombando na internet.


A tuberculose é uma doença infectocontagiosa causada por uma bactéria descoberta em 1882, pelo médico e pesquisador alemão Robert Koch, daí ser chamada de 'Bacilo de Koch', ou simplesmente, de 'BK'. Tal descoberta, de tão importante que foi para a saúde pública mundial, rendeu-lhe o Prêmio Nobel de Medicina de 1905.

Pesquisas recentes detectaram sinais da presença da bactéria ainda no antecessor de nossa espécie, no Homo erectus, portanto, há mais de 500 mil anos. No entanto, os fármacos que começaram a combater efetivamente a moléstia só surgiram no final da década de 40 e início da de 50 do século XX.

O tratamento regular cura até 100% dos casos de tuberculose. Entretanto, quando este é mal gerenciado, i.e., quando permite-se a irregularidade na tomada dos medicamentos ou o abandono dos mesmos antes do tempo preconizado (mínimo de 6 meses), dá-se uma mutação nas bactérias, que passam então a resistir à ação dos antibióticos. Dizemos que a doença torna-se resistente e, quando a mais de uma droga, multiresistente.

A tuberculose passa de uma pessoa para outra por via aérea, que dizer, pela tosse, espirros ou fala. Esta transmissão aérea é um fator dificultador do controle da doença, por tornar muito fácil a infecção. Daí, termos um terço dos habitantes do planeta infectados pelo BK.

Diversos fatores podem contribuir para que um indivíduo infectado pelo BK comece a desenvolver a doença tuberculose: aids, alcoolismo, câncer, depressão psíquica, desnutrição, diabetes, quimioterapia para câncer, stress, tabagismo e uso prolongado de cortisona, são alguns destes.

Os pacientes com bactérias multiresistentes, enquanto as estão transmitindo, devem ficar isolados da comunidade, até que as medicações as consigam controlar, interrompendo a sua cadeia de transmissão, o que pode levar meses.

Esta experiência, a de ser isolado do convívio das pessoas para tratar de uma infecção deste tipo pode levar os pacientes a diversas alterações de humor e comportamento, desde a ansiedade à depressão profunda. O rapper australiano Van Vuuren, sob quarentena num hospital australiano, desenvolveu uma forma pessoal de combater o strees a que está submetido por esta internação compulsória. Compõe e publica raps sobre a sua vivência intrahospitalar, raps estes que tornaram-se grandes hits na rede internacional de computadores.
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Rap da Quarentena daTuberculose Multiresistente

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a Tuberculose Multiresistente um gravíssimo problema de saúde pública. Esta situação pode, se não tratada com eficiência, nos remeter à fase pré-antibiótica da medicina, quando a doença era chamada de Peste Branca. 'Peste', por dizimar milhões de pessoas e, 'branca', por gerar palidez cutânea, devido à anemia que provocava.

O rapper Christiaan Van Vuuren, que é consultor de marketing e estava numa reunião de trabalho quando tossiu e cuspiu sangue, já foi contatado pela OMS para trabalhar com o seu talento pelo controle da doença, explicando como são os seus principais sintomas.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

A DEPENDÊNCIA EM NICOTINA POST MORTEM

Cinema e Tabagismo, uma relação impressionante

Numa rápida cena do flme GHOST, de 1990, o diretor Jerry Zucker e o roteirista Bruce Rubin, traduzem de maneira exemplar o poder viciante e gerador de dependência da nicotina, o alcaloide responsável pela existência de tantos fumantes no planeta.

Editamos a cena em questão, a do suicida do metrô que por lá vagueia, em que este revela a relação que ainda nutre com o serial killer tabaco, a maior arma química de destruição em massa, mesmo após a morte.
Curiosamente, o ator Vincent Schiavelli, que representa o fantasma do metrô, morreu em 2005, com apenas 57 anos, devido ao câncer mais relacionado com o cigarro: câncer de pulmão.
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Vincent Schiavelli, soberbo como ator, morreu 15 anos após a cena de 'Ghost', por CÂNCER DE PULMÃO, doença que mais relação de causa e efeito tem com o cigarro

quinta-feira, 15 de abril de 2010

PRESIDENTE DO SINDICATO DE GARÇONS DO RIO DE JANEIRO APOIA LEI DOS AMBIENTES LIVRES DA FUMAÇA

Entrevista com Waltair Mendes Rodrigues, Presidente do Sindicato dos Garçons, Barmen e Maitres do Rio de Janeiro (SIGABAM), ao Jornal do Centro de Apoio ao Tabagista

Rio de Janeiro, 12/fev/09

Como foi a sua trajetória profissional até chegar à presidência do SIGABAM?
Tenho 20 anos na profissão de barman. Começamos o movimento em 82 com o nome de Conluta e em 87 fundamos a Asscociação de Garçons, Barmen e Maitres do Rio de Janeiro, ainda em 87 fundamos o SIGABAM – Sindicato dos Garçons, Barmen e Maitres do Estado do Rio de Janeiro.
Quantos profissionais hoje estão sindicalizados em sua área?
Hoje temos 6.200 associados.

Existe algum levantamento sobre a quantidade de fumantes entre eles?
Não temos esta estatística.

Como o Sr. foi descoberto para estrelar a campanha sobre o fumo involuntário pelo Ministério da Saúde?
Através de uma participação em um congresso sobre tabagismo a convite do Instituto Nacional do Câncer (INCA).

O Sr. considera que as diretorias dos sindicatos dos donos de bares e restaurantes estejam sensibilizadas sobre os riscos da exposição à chamada fumaça ambiental para os trabalhadores do setor?
Não. Na verdade o patronal do setor de hotelaria e restaurantes estão mais preocupados com seus faturamentos e não com a saúde de seus funcionários e de seus clientes.

Como que o Sr. interpreta a afirmação de clientes, que não raro dizem: “se o garçom não quer expor-se à fumaça dos clientes, que procure outra profissão”?
Vivemos em um país onde o índice de desemprego é muito alto e, se aproveitando disto, os donos de empresas têm este tipo de atitudes, humilhando e escravizando seus funcionários.

Como sente-se um profissional do setor ao informar aos clientes sobre a proibição de fumo no local?
Há certo constrangimento por parte da categoria em passar estas informações para os clientes, pois, existe o ditado que diz: o cliente está sempre com a razão.

O Sr. presenciou ou teve notícias sobre conflitos entre garçons e clientes sobre este tema?
Até a presente data não temos denúncias, neste sindicato, relacionadas ao assunto.

De que forma o Sindicato orienta os profissionais em treinamento, para a abordagem dos clientes?
Orientamos para que comuniquem aos clientes que existe a lei que proíbe fumar nos ambientes fechados, especificando a lei.

O Sr. gostaria de dizer mais alguma coisa que não tenhamos perguntado?
Aproveito a oportunidade para agradecer a todos que fazem parte deste jornal, por esta grandiosa iniciativa. Coloco-me à disposição para colaborar no que for possível.
Endereço eletrônico do site do Sigabam: www.sigabam.com.br

quarta-feira, 14 de abril de 2010

EX-DIRETOR GERAL DO INSTITUTO NACIONAL DO CÂNCER E ENTÃO SECRETÁRIO DE SAÚDE DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO FALOU SOBRE O TABAGISMO


Rio de Janeiro, 21 de agosto de 2007

Entrevista Dr. Jacob Kligerman, então Secretário de Saúde do município do Rio de Janeiro para Jornal do Centro de Apoio ao Tabagista

1. O cigarro fez parte de sua vida em algum momento?
Quando era muito jovem, 19 anos fumei por aproximadamente seis meses. Não agüentei mais. O cigarro realmente me fazia mal, acordava todo dia com enjôo, tinha ânsia de vômito, enfim, foi uma experiência negativa na minha vida.

2. Como cirurgião de Cabeça e Pescoço, como o tabagismo afetou a sua vida lá no início da carreira?
Na minha área de atuação, em quase todas as patologias é presente a influência do tabaco. Desde muito cedo constatei isso e vi que não há meio termo em relação ao tabagismo – o impacto a longo prazo é inegável. Todos têm que se conscientizar disso.

3. Como administrador, o Sr. exerceu o cargo de diretor geral do INCA. Qual a sua visão sobre a relação tabaco-câncer no país?
Na minha gestão, o enfoque sempre foi a busca da excelência. Ser muito atuante dentro do SUS, desenvolver programas focados na melhoria do atendimento à população, buscar desestimagtizar o câncer, divulgar a idéia da prevenção. E a luta contra o tabagismo teve papel fundamental.

4. Atualmente, o Sr. é o Secretário de Saúde do município do Rio de Janeiro. Como nenhum outro que lhe antecedeu, o Sr. tem se empenhado em dotar as unidades de saúde pública de equipes para tratamento do tabagismo. O que o move nesse sentido?
A certeza de que a população merece ter qualidade de vida cada vez melhor. E isso passa pela informação correta: a população precisa ter conhecimento da verdade sobre os malefícios do fumo. E eu tenho consciência de que devo prestar um bom serviço à população.
De tudo o que se faz para a prevenção do câncer, uma das campanhas mais importantes é a do antitabagismo. O tabagismo é responsável por mais de 80 mil mortes, anualmente, no Brasil, das quais, 30% por câncer. Além disso, é considerável a quantidade de pessoas que sofrem de problemas respiratórios, cardiovasculares e coronarianos por conta do cigarro. O fumo é realmente o fator mais agressivo de incidência do câncer de cabeça e pescoço e pulmão. Mas ele atinge outras áreas – hoje se sabe que a etiologia do câncer chega até o colo do útero. Na boca, o fumo possibilita a doença em toda a cavidade oral. Como cirurgião

5. É sabido que um terço dos cânceres tem relação com o tabaco. Que reflexão se pode fazer a respeito?
Muitas vidas poderiam se poupadas, alem de gastos com saúde na área de câncer poderiam ser evitados se tivéssemos mais programas voltados para a prevenção dos fatores de risco entre eles o tabagismo. Uma questão importante a ser levantada e que embora já haja muita informação à respeito das doenças tabaco relacionadas entre elas o câncer muitos fumantes continuam a fumar o que nos mostra que apenas informação não e suficiente para conter a epidemia do tabagismo.

6. Por que o empenho em dotar as unidades de saúde de equipes para tratamento do tabagismo?
Sabe-se que 80% dos fumantes desejam largar o cigarro mais apenas 3% conseguem sem auxilio todo ano. E preciso dar uma opção a fumantes que embora desejem abandonar o cigarro não sabe como fazê-lo. Segundo a OMS, os esforços para promover a cessação de fumar reduzem a mortalidade em um prazo mais curto do que a prevenção da iniciação no comportamento de fumar entre os jovens, que só produzirão mudanças nas estatísticas 30 a 50 anos depois, quando os adolescentes de hoje atingirem a faixa etária em que se concentram as mortes relacionadas ao tabagismo. Além disso, existem amplas evidências de que os esforços para promover e apoiar a cessação de fumar estão entre as abordagens na atenção a saúde que mais oferecem vantagens na relação custo benefício.
Sem duvida a abordagem do tabagismo deve ser uma rotina na unidade de saúde. Uma grande vantagem e que tal abordagem pode ser feita por qualquer profissional de saúde e não se restringe a apenas uma categoria profissional. Todo profissional de saúde tem motivos para aconselhar seu paciente a largar o cigarro: o medico, o psicólogo, fonoaudiólogo, dentista, assistente social, entre outros.

7. Como é o programa da SMS e como está atualmente?
Visto que a questão do tabagismo pode ser, sem dúvida, considerada um grave problema de saúde publica, a Prefeitura do Rio de Janeiro desenvolveu ao longo dos últimos anos um Programa de Controle de Tabagismo visando a diminuição da prevalência de fumantes e a conseqüente morbidade e mortalidade relacionada, o Programa de Tabagismo da SMS vem trabalhando de forma extensa em ações que visam reduzir a exposição à fumaça ambiental do tabaco, promover a cessação de fumar e reduzir a iniciação do tabagismo entre jovens.
. O Programa da Secretaria Municipal de Saúde dividi-se portanto, basicamente, em três grandes linhas: ambientes livres de fumo, prevenção e tratamento. Em relação ao ambiente livre de fumo realizamos treinamentos para implantação do mesmo em todas as unidades de saúde bem como parceria com a Vigilância Sanitária Municipal para a realização de campanhas educativas e fiscalização no município. No quesito tratamento O Programa da SMS Já capacitou mais o de 900 profissionais de saúde da rede para realizar abordagem intensiva com o fumante e vem a cada dia se empenhando na implantação de novos Centros de Tratamento ao fumante. Alem disso em parceria com Secretaria de Educação realizamos treinamentos para professores da rede de como abordar temas relacionados a tabagismo.

8. A não adesão de jovens, crianças e adolescentes ao fumo, existe de verdade?
Infelizmente os jovens, crianças e adolescente continuam a iniciar o consumo de cigarros. Tanto que a própria OMS considera o tabagismo uma doença pediátrica, visto que 90% dos fumantes iniciou um consumo nessa fase da vida.
A adolescência é um período conturbado em que o jovem está em busca de novos prazeres e sensações, bem como da conquista da liberdade, o que muitas vezes é feito através de rebeldia e da contestação de valores. Além disso, a pressão dos pares é particularmente importante nessa etapa da vida. As doenças tabaco relacionadas desenvolvem-se à longo prazo, e nessa faixa etária a idéia de malefícios causados pelo consumo de cigarros está muito distante, até porque o adolescente busca prazeres e sensações momentâneas, não se preocupando muitas vezes com as conseqüências futuras. Faz-se necessário, então, programas de prevenção focados na realidade do jovem.

9. Qual o papel da escola na luta contra o tabagismo?
A escola tem papel fundamental na formação de seu aluno e é muitas vezes o local onde o mesmo passa o maior parte de sua infância. É fundamental a abordagem do tema na escola mas e primordial que tabagismo seja abordado em sala de aula não somente nas aulas de Ciências ao se falar dos malefícios à saúde, mas também nas demais matérias como, por exemplo, na Matemática calculando-se o custo do cigarro e se buscando alternativas com o mesmo valor; na Educação Física abordando o fôlego, em Português analisando a linguagem das propagandas e se propondo um tema para redação sobre como aconselhar alguém a deixar o cigarro; em História relatando o histórico de consumo do tabaco no Brasil e no Mundo, bem como em Geografia abordando os danos ao solo e ao meio ambiente.

10. Em que pé estamos na cidade do Rio de Janeiro?

O Brasil tem conseguido escapar da tendência de crescimento do consumo. No Rio de Janeiro a prevalência de fumantes era de 30% em 1989, caiu para 21% em 2001 e 17,5% em 2003.